Hoje tive saudades!

Fui beber o café, rumei ao Continente e deu-me para ir ver a grande mansão do Zuzu da época passada. Fiquei desapontado! Vi a floreira sem a rede e pensei com os meus botões: "se calhar tiraram a rede para mostrar ao Zuzu e à Margarida que tudo se mantém com a mesma simplicidade do ano passado. Apenas a floreira!

 

 
Zuzu e Margarida juntaram os trapinhos e começaram a tratar de fazer uma família - Foto da Falcão-Webcam 

 

Fui tirar umas fotos às flores nascidas das mesmas que no ano passado fizeram companhia ao Zuzu e à Margarida, meus companheiros de caminhada dos anos anteriores. Pelo menos, do ano passado!

Tirei umas fotos, olhei os locais onde vi a satisfação daqueles dois a tratar dos seus filhotes e, desapontado, dirigi-me para o carro. Quando caminhava para o carro, levantei o sobrolho e lá ia um dos meus amigos, sobre as chaminés dos edifícios que eles bem conhecem. Exactamente sobre o edifício da floreira e dos amigos que os acolheram. Seria o Zuzu? Seria a Margarida? Seria um dos seus filhotes a recordar que ali fora o seu berço? Não sei. Estava com pressa e não deu tempo para tentar observar por mais tempo. E tempo, é coisa que eu não tenho. Para arranjá-lo teria de transformar a minha rotina mas, se forem os meus amigos, estarei lá batido.

 

 

Até junto ao passeio, as flores fazem jardim

 

Olhei as flores, as belas alcatifas do Ventor e, olhei bem o local que a Margarida, num voo rasante, gritava ao Ventor para não incomodar os seus filhotes que se encontravam sobre as chaminés. Lá estavam os malmequeres amarelos, as papoilas e todas as outras flores silvestre que até parecia que foram lá colocadas, exactamente nos mesmos sítios para animar o Ventor. Tudo em redor, descontando a intervenção humana, são flores silvestres para animar o Ventor e todos os seus companheiros de caminhadas.

 

Depois, ao chegar a casa, fui ver a casota dos seus amigos no Facebook e lá estava. Segundo eles, tinham uma floreira nova, com terra nova e o Zuzu, já tinha ido escavar a terra na floreira. Se foi assim, só pode ser o Zuzu que eu vi hoje.

Bem-vindo de volta meu amigo! Os teus amigos são boa gente e deixar-te-ão sossegado a ti, à tua Margarida e aos teus filhotes se eles nascerem.

Boa sorte!







Eu sou o neto do Tobias, o melro amigo do Quico e do Ventor. Agora sem o Quico e sem o meu avô, estarei por aqui, com os nossos amigos, ao lado do Ventor e do Pilantras


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publicado por Quico, Ventor e Pilantras às 22:04