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Os Amigos do Quico e do Ventor

Nós somos todos filhos do Sol, amigos do Quico e caminharemos, por aqui, ao lado do Ventor e do Pilantras

Nós somos todos filhos do Sol, amigos do Quico e caminharemos, por aqui, ao lado do Ventor e do Pilantras

Os Amigos do Quico e do Ventor

Foto no cabeçalho - galinha d'água e cria



Lince ibérico em Perigo de Extinção


Lince Ibérico, em perigo de extinção - Foto tirada da Net



Amigos do Quico e do Pilantras

Os amigos do Quico e do Ventor, continuam a caminhar por aqui, na companhia do Ventor e do Pilantras. O Pilantras diz que, estes são os nossos rios e estes, mais outros que andam por aí, são os nossos amigos

08
Jun16

O Falcão Peregrino

Quico, Ventor e Pilantras

Foi o Peregrino do Cartaxo!

Apanhei uma "picada" em direcção à cidade do Cartaxo mas, torci à direita e fui para casa. Sentei-me um pouco e bebi qualquer coisa. Como não gosto de ficar sentado, voltei a levantar-me e fui dar mais uma volta, agora por ali. Passava junto ao loureiro e senti, um grande estrondo dentro do edifício que em tempos fora uma cavalariça. olhei em direcção do barulho e vi uma porta aberta. Entrei e vi uma ave, com as asas abraçadas no parapeito da janela, só que as janelas são muito altas e eu nbão lhe chegava. Pareceu-me ser um pombo. A minha reacção foi: "espera que eu já te tiro daí senão matas-te"!

 

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A primeira vez que bateu contra o vidro, ficou assim

 

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Da segunda vez que se mandou contra o vidro ficou assim

 

O bicho estava abraçado à pedra e eu comecei a estranhar tratar-se de um pombo. A ave levantou voo e foi bater noutra janela. Desta vez caíu e ficou no chão. Apercebi-me, então, tratar-se de um falcão peregrino! Eu nem precisava de me mexer, ele levantava voo e ia contra outra janela. Ele é que batia contra os vidros e a mim é que me doía. Para não perder o controlo do falcão, telefonei: "João, trás cá uma toalha para tirarmos um falcão senão ele mata-se"! Era um duro mas eu pensei que ele acabava por se matar. Já era quase noite e a estratégia era deixar escorecer para o tirarmos mas ele continuava a disparar contra as janelas que nunca mais tinham fim.

 

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Da terceira e da quarta vez ficou assim, agarrado ao fio

 

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Esta foi a quarta vez, e aqui toma a posição do deus egípcio Hórus

 

Pensei em ligar para a GNR do Cartaxo para nos indicar como ou ajudar a resolver o problema do falcão porque a noite caía e ele continuava a procurar a liberdade que perdera ao entrar ali dentro. A Dona dos perdigueiros ouviu mais um estrondo do falcão contra uma vidraça. Entrou, pegou numa toalha de plástico e, notando que o falcão já estava azambuadoi, deitou-lhe a toalha em cima e pegou-o. Trouce-o para fora e libertou-o logo da toalha. Com as cacetadas que deu contra os vidros e, se calhar com o susto, ficou inanimado no chão. Acordou logo, olhou-nos e ficou quieto.

 

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Nesta foto ele tinha saído de uma pequena síncope, de segundos

 

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Aqui já faz o seu  julgamento se me deveria ver como adversário ou como amigo

 

Trouxeram uma taça com água para lhe dar e ele sempre livre, voaria logo que se sentisse capaz. O joão, o dono da quinta, molhou dois dedos na taça, passou-lhe os dedos com água desde o bico à cabeça. Depois, fez-lhe uma festa no bico com as costas dos dedos e, o nosso amigo peregrino já se apercebera que nós só queríamos o seu bem. Aguentou por ali um pouco e, por fim, quando se sentiu capaz, terá dito: "adeus amigos, vocês são bestiais. Eu hoje aprendi uma liçãp. Nunca mais procuro ratos nem pássaros nestes sítios"!

 

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Aqui faz o mesmo julgamento do João: "friend or foe"? Amigo ou inimigo?

 

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 Aqui avalia o braço mais de perto, o braço que lhe oferece água

 

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Agora o João molha dois dedos e leva-os à cabeça do falcão, a partir do bico

 

Levantou voo, passou por trás do loureiro e rumou às canecipes. Pousou nos paus do redondel dos cavalos, olhou-nos, levantou voo e foi-se à sua vida.

Eu sempre quis fotografar um falcão peregrino mas, nunca esperei que fosse assim. Já tentei várias vezes na serra de Sintra e nunca conseguui. Agora dispensava bem que fosse nesta tormenta para uma coisa tão linda

 

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Aqui, depois do toque com os dedos ele olha-me e olha quem o caçou com a toalha

 

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Aqui deu mais uma olhada e levantou voo, ficou apenas a taça. Eu ainda tentei tirar-lhe uma foto a levantar voo mas só apanheia a taça. Pousou no redondel dos cavalos, ali ao lado mas num ápice, mergulhou no espaço profundo. Adeus amigo



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Garranos em Adrão; fotos que o Quico gostava de ver


O Quico e o Ventor, imagem real em cima e, embonecados em baixo



Estes são alguns dos velhos amigos do Quico e do Ventor. Amigos reais ou virtuais pois, alguns deles, o Quico conheceu através do computador.


Irei rodando alguns dos seus muitos amigos que ele olhava, aqui, a meu lado e se deleitava com as suas imagens.


Também o Pilantras já aprendeu. Ainda um dia destes estava marado a observar o Lince Ibérico


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Este é o lobo chamado Ventor. Encontrei-o no nosso amigo NetSapinho e nunca mais desgrudamos


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Esta é a Tara. Uma velha companheira do Quico e do Ventor


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Este é o Zé. Foi um grande amigo do Quico e do Ventor


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Este é um chapim. Foi um belo amigo do Quico e do Ventor


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Este é um tentilhão. Foi um belo amigo do Quico e do Ventor


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Este era um filho do melro Tobias um grande amigo do Quico e do Ventor

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